sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Pronta

Com a chegada das malas laterais GIVI E41deu-se continuidade à montagem final.
Viver num pedaço de terra todo ele rodeado por mar tem coisas muito boas e outras nem por isso. É difícil ter a possibilidade de ver e escolher apalpando e depois decidir se é mesmo aquilo que desejamos. No entanto e felizmente hoje temos a internet esse veiculo que nos leva a qualquer lugar. Na internet podemos ir a qualquer loja e fazer uma compra. O sitio onde faço mais compras e o ebay. Na difícil tarefa da escolha das malas GIVI E41 foi tido em conta a experiência anterior. Quanto maior melhor. Fui a vários sítios na internet incluindo o youtube. Fui ainda a vários foruns entre eles o forum da transalp Portugal. Faltou sempre o contacto físico com as malas para perceber a real dimensão e se era mesmo aquilo que pretendia. Feita a encomenda através do ebay foi esperar que as malas chegassem. E chegaram passados quase um mês após a compra. A primeira impressão foi da grandeza das mesmas. Talvez não fosse preciso malas tão volumosas. O tempo haverá de dizer. Estas malas laterais tem uma particularidade que é duas aberturas, uma normal e outra que fica na posição elevada quando as malas estão nos apoios da mota. Parecia interessante e útil, no entanto agora percebo que é mais um fecho para avariar ou se danificar. Um desses fechos veio já com uma pequena avaria que felizmente consegui resolver. A montagem do kit das malas laterias foi relativamente fácil. Os sinais de mudança de direcção tiveram de ser reposicionados.
Após a montagem final da Honda Transalp e das malas laterias fica difícil subir e descer da mota.
Todas as pequenas avarias foram reparadas. Agora já contamos com todas as luzes no painel de instrumentos a funcionar, bem como o conta-quilómetros e manómetro de combustível.
O resultado:
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Honda 2017-01-12 001Honda 2017-01-12 002
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Parada…….

A transalp descansa assente num pedaço de madeira e cada dia que passa fica mais despida.

Tinha que ser, depois de percorridos mais de 5.000 Km no continente português avarias pequenas seriam de esperar. No entanto, essas avarias ocorreram ainda quando a Transalp percorria as estradas do continente português e não foram motivo de desistir. A Transalp demostrou estar sempre em condições de seguir viagem. Coube ao condutor através do conhecimento e perceção encontrar os mecanismos que levassem a Transalp a não parar por falta de combustível. Em alguns momentos foi difícil perceber a quantidade de quilómetros percorridos e qual o combustível existente porque ficamos sem os dois indicadores. As “lesões” não foram muitas, pequenas coisas que fazem alguma diferença em viagens longas. O conta quilómetros e o medidor de combustível não funcionavam. O fole de um dos braços da suspensão estava com um furo permitindo a entrada de pó. A luz que ilumina o manómetro de combustível deixou de funcionar.

Já em casa e antes da desmontagem foi retirado o filtro e óleo do motor. Serão os mesmo substituídos por novos. Depois foi colocar a Transalp em posição fixa e iniciar a desmontagem. Na desmontagem verificou-se na carnagem lateral direita que o fixador do farol de indicação de direcção estava danificado. Foi preciso fixar o mesmo para isso utilizei kit de fibra de vidro. O resultado foi o esperado ficando o suporte fixado e com a resistência necessária para fixar-se novamente o farol de indicação de mudança de direcção. Verifiquei também que o suporte da lâmpada traseira estava a deteriorar-se pelo que foi substituído.

Foram retirados os apoios laterais das malas não rígidas feitos numa garagem local. A opcção passa por comprar umas malas rígidas laterias e novos suportes adequados. A escolha vai recair pelas malas VIGI E41.

Foram encomendadas numa loja online CMS Parts For A Better Ride em Inglaterra algumas peças para a transalp. É impressionante que é possível adquirir praticamente tudo para a transalp. A minha compra recaiu basicamente em parafusos específicos.

Foi colocado no painel mais duas fichas USB de maior potência (Amperes) para carregamento de telemóveis e GPS.

Foram colocadas fichas de ligação para os faróis de longo alcance.

Foram revistas as lâmpadas do painel de instrumentos.

As barras de protecção foram também alvo de reparação e pintura.

O manómetro de indicação de combustível foi retirado do tanque para uma análise. No entanto, não se chegou a nenhuma conclusão do porquê do mesmo não estar a funcionar correctamente.

Agora aguarda-se a chegada das novas malas laterais e suportes que já foram encomendas no E-bay (Itália) para posteriormente dar-se inicio à montagem. Só depois se fará os testes na estrada com vista a certificar-se que as luzes e manómetros estão a funcionar correctamente.

 

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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

No continente Português …..

O reencontro com a Honda Transalp no continente português deu-se no inicio do mês de Julho passados quase dois meses.  A Honda Transalp tinha ficado no continente português depois da grande viagem realizada no projecto cagarros de norte a sul, projecto do qual a Honda Transalp também fez parte. Nesse reencontro estivemos acompanhados por uma outra a Honda a NC 750. Percorremos quilómetros e mais quilómetros acabando por perder a noção real de quantos foram no total porque uma avaria no próprio conta quilómetros fez-nos perder essa noção.

Havia uma estratégia que foi percorrer o máximo de quilómetros possíveis com o intuito conhecer o mais possível. Seguimos com destino à cidade de Aveiro sempre por percursos nacionais e alternativos e com o recurso ao GPS num tablet. Essa ferramenta estava colocada na bolsa por cima do tanque de combustível e muitas das vezes com o calor acabava por se desligar e sempre em momentos cruciais daqueles em estás a seguir viagem e tens de saber se é para a direita ou esquerda. Tirando esses pormenores o mapa no tablet através de GPS até cumpriu relativamente bem a sua função. No entanto, o melhor mesmo seria a compra de um equipamento GPS preparado unicamente para essa função.

A viagem para Aveiro correu muito bem e sobre um calor abrasador. Chegamos lá pela hora do jantar. E por lá ficamos um pouco. Depois e para pernoitar escolhemos uma das muitas concentrações de motas em Portugal. Escolhemos aquela que nos parecia no local mais isolado. E na realidade a concentração/convívio Motard "Os Trinta", na freguesia Trinta, Concelho de Guarda e distrito de Guarda, é num local bem isolado e que para lá chegar levou o seu tempo e com recurso ao GPS. Segundo o GPS estávamos quase a chegar continuando a indicar aquele percurso mas não fazia muito sentido porque de noite as coisas não fazem tanto sentido. Um local com muitas curvas e contracurvas. Mas lá fomos sem antes pararmos totalmente as motas e ficar naquela escuridão e silêncio com o objectivo de ouvir ou ver a animação. A noite estava super calma mas não conseguimos ouvir nada para além dos barulhos da natureza. Após mais umas curvas viu-se ao fundo luzes com várias cores. Nesse momento passamos a ter a certeza que era naquele local. Chegamos lá por volta das 23H00. Já havia animação e estava actuar a banda HIFI. Fizemos a nossa inscrição e o respectivo pagamento com direito a parque privado para as motas. Depois perguntamos onde poderíamos pernoitar. A reposta foi que existia um pasto, ali ao lado, onde se poderia colocar as tendas. Pois, tendas foi o que nós não levamos. A viagem era para ser com saída e regresso ao mesmo ponto de partida Torres Vedras. Depois de um noite bem divertida e o descanso merecido debaixo de uma árvore no tal pasto, fizemos-nos à estrada com vista a conhecer as redondezas. O calor começava a ser insuportável logo pela manhã. A prioridade passou a ser encontrar uma piscina para refrescar. Depois de encontrada a piscina fomos a banhos quase já na hora do almoço. Almoço esse que estava incluído na inscrição da concentração/convívio. Por volta das 13H00 fizemos viagem novamente para o local do convívio onde almoçamos e por lá ficamos até ao lanche. Depois assistimos as actividades diurnas onde se inclui o "Bikewash" e o lance de ossos cozidos. Aproveitando o cair da noite e para que a viagem pudesse ser o mais amena possível, lá para as 17H00, demos inicio ao regresso com a certeza que teríamos muitos quilómetros pela frente. Uma viagem tranquila onde as máquinas se portaram muito bem e com a chegada a Torres Vedras pelas 01H00, sempre por estradas nacionais excepto na parte final da viagem onde entramos na Auto Estrada. Ainda tivemos tempo de entrar em Lisboa e ir até ao Bairro Alto onde a Transalp estacionou. Parecei-a tudo irrealista a Honda Transalp estar no Bairro Alto!

Regressei a Santa Maria com a certeza que muito em breve voltaria a reencontrar a Honda Translp nas terras do continente porque por lá ela permaneceu.

De regresso ao continente encontrei a Honda Transalp pronta para partir, porque desta vez tinha retirado um dos cabos da bateria pelo que foi só montar o cabo novamente e dar o arranque, e de imediato fizemos-nos à estrada nuns passeios diferente tendo sempre como base de descanso a cidade de Torres Vedras. Foram vários os passeios mas totalmente descontraídos passando por locais muito agradáveis. Estes passeios foram acompanhados pela Honda NC 750. Lá para o fim dos dias tivemos de ficar sozinhos e sozinhos tivemos de ir para Lisboa e seguir até ao aeroporto da capital, sem antes passar-mos pela costa seguindo a nacional 247. Passamos por Sintra, Cascais e finalmente Lisboa. Uma viagem realizada com o recurso ao GPS no tablet. A Honda transalp demonstrou sempre uma condução leve e segura. Em determinados momentos parecia sermos um só. Tudo fluía de forma muito sincronizada. A única situação a apontar foi e é a caixa de velocidades que me parece rígida e pouco sincronizada. As avarias que foram surgindo foram o conta-quilómetros e lâmpadas do painel de instrumentos, bem como a indicação de combustível que também deixou de funcionar correctamente. Enquanto tivemos a companhia da outra Honda fomos controlando a cada metade do tanque da Honda NC 750 a Honda Transalp atestava. Depois de deixarmos de ter a companhia da Honda NC 750 seguimo-nos pela intuição porque também não tínhamos indicação dos quilometro percorridos. Foi sem dúvida uma grande aventura quando nos pusemos a caminho de Gouveia numa viagem de 282 Km e cerca de seis horas. Já com o pouso em Gouveia de lá fizemos alguns passeios sobre a beleza de um verão escaldante onde os fogos iam ocorrendo pelo País e alguns bem perto. Para finalizar voltamos a fazer outra grande viagem de regresso à qual fomos parar à Costa da Caparica onde pernoitamos. Mais uma viagem de cerca de 350 Km e oito horas. No dia seguinte seguimos viagem para Lisboa mais propriamente com destino ao transitário ETE Logistica S.A., em São João da Talha, para colocar a mota dentro da sua caixa e seguir com destino a Santa Maria Açores. No final correu tudo muito bem e a Honda Transalp saiu vencedora.

Nunca é de mais lembrar e agradecer as empresas ETE – Logística, S.A. e J. COSTA & FILHOS.